terça-feira, 24 de julho de 2007

Estou feliz

À chegada à Lagoa de Sto. André,
a analisar a linha da Meta e a admirar a paisagem que rodeia a lagoa.

Já passaram quase três dias desde que corri. No sábado passado rumámos até à Lagoa de Sto. André e tudo correu bem.
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Saímos do Algarve fora de horas, por volta das 14h30. Ainda queríamos ir visitar os avós em duas localidades diferentes, em S. Domingos e em Santiago do Cacém. A poucos kilómetros de Sto. André, é verdade, mas as visitas à família querem sempre prolongar-se, ainda por cima, quando temos uma avó querida que fez bolo e pudim e espera que nos sentemos e comamos aquilo tudo, após o almoço. Infelizmente não comi nada, e a visita foi curta. Eram quase 16h quando chegámos a S. Domingos e ainda queríamos ir a Santiago fazer a outra metade das visitas. Mas lá o fizemos, e os velhotes acharem aquilo meio confuso : "Então, e tu sabes correr?", "Ah, mas e depois não te doem as pernas?", "Ah, a Lénia está mais cheinha, está boa!" (Ai, estes elogios até me quebram a alma, mas pelos vistos ter boa perna (?) é sinal de saúde por aqueles lados, que se há-de-fazer?!).
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Bem, partimos para a Lagoa de Sto. André já eram 17h40 , e nós nem fazíamos bem ideia do caminho a tomar e as inscrições eram até às 18h. Mas como todo o drama que não é drama, lá chegámos a tempo e horas. Ao ver aquele frenesim de gente em volta da área do Secretariado, senti um friozinho no estômago. Já há uns meses que não vinha a uma corrida.
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Estava um pouco preocupada, apesar de não me ter doído os joelhos nessa semana, pensava sempre que não ia aguentar a pedalada. E o mais curioso é que ao começar a aquecer, comecei a sentir uma leve dor num joelho. Fiquei logo ali desmoralizada. Mas também pensei: "Que se lixe, agora vou em frente, nem que esta seja a última corrida da minha vida!"
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Ao inscrever-me, ainda perguntei ao senhor que visse se estava uma tal de Ana Pereira inscrita. Mas nada, o computador não registava esse nome. Pensei logo que não ia encontrar caras conhecidas no meio daquele turbilhão de gente. Mas encontrei.
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Perto da linha de partida, olhei para o lado e vi a aquecer uma rapariga muito elegante, que logo reconheci. Era a Ana Paula Pinto. Cumprimentei-a e ainda trocámos algumas palavras. Muito simpática, claro.
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Na linha de partida, encontrei a meu lado o Eduardo Santos e outros elementos da equipa O Mundo da Corrida, inclusive a Alice Roma. Ainda reconheci a cabeça do Zé Magro, vi o Rui Lacerda e ao longe o António Pinho.
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Ao longe, da linha de partida, via-se a rotunda que ficava a meio de uma subida que se prolongava por cerca de 1 km. Pensei cá para mim que seria uma sorte aguentar até àquela rotunda...
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Pum! E partimos pela estrada fora e pelos passeios fora. Éramos muitos, cerca de 500 atletas.
Fui devagarinho, e animada fui pela conversa dos meus companheiros de estrada. Quando reparei já estava praticamente em cima da rotunda, com o meu pai a correr a meu lado a perguntar-me se me doía alguma coisa. A resposta foi negativa. Sentia-me bem até àquele momento.
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Continuei alerta, a controlar o ritmo. Cerca do quarto km, vejo os atletas a fazer o caminho de retorno. Começo então a animar as caras conhecidas: o Eduardo, o Helder, o António P., o Zé Magro, a Eliana, a Ana Paula... Por esta altura, sinto-me óptima e vejo que, provavelmente, não há perigo. Sinto correr em mim, um fio de adrenalina pelo meu corpo e apresso a passada. Em poucos minutos já estou a descer até ao ponto de retorno, e sinto-me bem. Ao fazer a subida que indicava o caminho de volta, sinto-me óptima. Ainda pensei em refrear a passada, mas para quê?! Sentia-me capaz de fazer mais, mesmo com o vento a pressionar-nos de frente.
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Lá fui. Passei por algumas caras conhecidas e cruzei-me com outros com quem tinha iniciado esta corrida. O resto da corrida foi perfeita. Senti-me liberta, como se me tivessem tirado as amarras. Na descida que antecedia a meta, receei pelos meus joelhos, mas fiz o que me apetecia e mandei tudo às urtigas.
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Foi uma corrida feliz, pouco sofrida e muito fresca. Para o ano lá estarei, se Deus quiser.
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No final, tive oportunidade de me encontrar com outros companheiros, nomedamente, o Victor Silva, o Rui Lacerda, o Zé Magro e o Ventura Saraiva.
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Depois do esforço, a festa. A junta de freguesia está de parabéns pelo jantar. Houve comida para todos, atletas, família e povo, em geral. Cada um serviu-se de peixe, carne, pão, batatas fritas, fruta e bebidas. O meu pai e marido assaram as sardinhas.
Apesar da poeira e do frio que se instalou com o cair da noite, passámos ali um bom bocado com um pequeno baile e pessoas animadas, e além disso, as sardinhas estavam gordas. A pele até saltava. Tirei algumas fotos da festa, e houve até quem pensasse que eu era a fotógrafa de serviço, dispostos até a pagar!Ainda pensei em dar-lhes um orçamento...:-)
Bem, e assim foi esta experiência de correr em terras do Alentejo.
Já descansei domingo e segunda, hoje volto à estrada, para mais uns kilometritos.
Até à próxima, companheiros...
Bons treinos!

A partida dos atletas.



Eu devia estar muito bem escondida lá para trás.
Já na descida a caminho da meta, em suspensão.


O meu peixinho estava a "puxar" por mim, nesta altura.

Depois da chegada.
Mas tanto levantamento de pesos, e onde estão os músculos?

Ventura Saraiva, José Magro, eu e Rui Lacerda




O ambiente da festa

As sardinhas gordas da costa alentejana.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Um pedaço desta terra


A minha praia habitual.







O peixinho gosta muito deste parque!
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Amanhã é o grande dia!
Amanhã volto a participar numa corrida: os 9 kms na Lagoa de Santo André. Já desde Fevereiro que não ia a uma corrida à séria.
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Estou muito contente porque desde terça-feira que não me doem os joelhos. Mas na quarta fui correr apenas 30' e no final fiquei com um pé muito dorido. Foi uma dor que me apanhava todo o peito do pé, em especial quando andava ou flectia os dedos dos pés. Mas não houve problema, pelo menos não eram os joelhos. Tentei não forçar o pé na quarta e na quinta, e apliquei gelo e Reumon. Hoje quando acordei senti melhorias (Ufa! Que alívio! Estava a ver que agora tinha arranjado outra desculpa para não conseguir correr...), e por isso fui até ao ginásio testá-lo bem na passadeira. Fiz 30' e não houve dor. Perfeito!
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Não me inscrevi na corrida, mas sei que posso inscrever-me in loco até às 18 horas. Fixe!
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Esta semana pensei que mesmo que andasse com dores, ia na mesma, porque se não fosse ia ficar muito desiludida. Praticamente não tenho corrido. Tenho feito algumas corridinhas de 30' a 40', duas a três vezes por semana, mas nada mais longo do que isso. E tenho pena, anseio por aqueles treinos de uma hora, uma hora e meia, que fazia há uns meses atrás. E o engraçado
é que quanto mais o meu corpo me tenta impedir de fazer aquilo que gosto, mais vontade tenho de o fazer.
Ponho-me a ler artigos, fóruns, relatos de pessoas que correm kms às dezenas...e fico com inveja. Tenho receio que deixe de poder fazer isso. Nem quero pensar que tal possa acontecer. Afinal, a corrida é das coisas que mais gosto de fazer e aquilo que melhor me faz à mente e ao corpo.
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Vamos ver! Ainda não é desta que a máquina me dobra o espírito.
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Amanhã já sei que vou ser uma vergonha para mim própria. A minha média por km nos treinos tem andado à volta dos 6 minutos, por isso sei que não vou fazer muito menos do que isso na corrida. Tenho andado muito cautelosa! Cada passada que dou é estrategicamente planeada: onde ponho o pé no chão, onde vou pôr o pé da próxima vez, como estão a reagir os joelhos, reduzir a velocidade em qualquer declive. Afinal o que eu ando a fazer é, nada mais, nada menos, do que andar a poupar os joelhos para que isto não se agrave e eu possa continuar com estes treininhos de mariquinhas... Sim, de mariquinhas. É que eu nem acelerações faço, com receio de avariar a máquina...
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Uma coisa em que tenho pensado muito nestes últimos dias é na importância da nossa saúde. Dêem muito valor à vossa saúde. Isso mais que tudo, é o que nos permite fazer aquilo que mais gostamos e sermos as melhores pessoas que podemos ser.
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Hoje, para o fim-de-semana, lembrei-me de reunir umas fotos de Quarteira, a partir do site Flickr.
Afinal a cidade-vila do caos urbanístico não é assim tão má...
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Boas corridas!








segunda-feira, 16 de julho de 2007

Verão doce-amargo

Monte Gordo, 19 horas, 14/ 07/2007

Este fim-de-semana dediquei-me em exclusivo à família. Não pensei em correr, pensei apenas neles. Mas no fundo, fiquei um pouco triste por não ter ido à corrida da Baía de Lagos, da qual tive conhecimento na sexta-feira. No sábado, decidi que era melhor não arriscar os joelhos, deixá-los descansar, isto se eu quisesse ir a Santo André ( e no caminho ir visitar os avós). Fizemos praia na praia de Almargem e também em Monte Gordo. Que maravilha de dias que por aqui temos tido.
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Nem acreditei quando vi as fotos do Raid Melides-Tróia...Parece que São Pedro andou por lá a pregar partidas aos veraneantes. Vi as fotos da Ana e algumas do Eduardo Santos no Mundo da Corrida. Muito giras!
No domingo pensei nesses malucos! Como é preciso estar bem preparado para fazer 43 kms a correr em areia solta a meio do Verão, hein??!!! Gostava de lá ter estado para assistir à grande prova das areias. Bem, pelo menos tenho as fotos e alguns relatos. Espero que todos se tenham divertido, tanto a correr como a assistir.
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Na semana passada treinei os 5 dias consecutivos. Foram treinos muito lentos, quase auscultados. Fui sempre alerta para qualquer dor. Não tive dores.
Por isso dedidi ser inteligente e parar durante o fim-de-semana, não fosse o Diabo tecê-las.
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Não sei porquê, as dores voltaram no sábado à noite, em especial quando subia lances de escadas com o meu peixinho de 13 kgs nos braços. Ontem, percebi que o melhor era passar o testemunho ao pai nas escadarias.
Depois, apliquei Reumon e por dentro amuei...Sim, por dentro parece que ganhei uma melancolia. Ainda há dois dias corria pela estrada fora, tão contente...parecia que estava a voltar aos velhos tempos de joelhos sãos.
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No sábado de manhã fui fazer uma ecografia aos joelhos. Ia com a esperança que detectassem alguma coisa, que me dessem algum tipo de diagnóstico, para que pudéssemos proceder de imediato ao tratamento...Mas não! O senhor disse que não via nada, que ia apenas aconselhar uma ressonância. Eu logo ali, pensei: "Fixe! Parece que isso das ressonâncias não costuma falhar!"
Agora só espero que o médico de família consiga que eu não pague a totalidade dessa ressonância, que cada uma, a cada joelho, custa nada mais, nada menos que 290 euros (no mínimo). Mas a consulta só será a 3 de Agosto. A ver vamos!
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Esta tarde quero ir correr. Aplico mais um bocadinho de Reumon, e lá vou testar estas canetas. Depois quando voltar, gelo e mais Reumon.
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É desta que se calhar vou começar a tomar a tal da Glucosamina. Nunca fui adepta de suplementos. Não confio muito nestas coisas. Alguém por aí toma disto?

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Falésia Beach

Vai uma corridinha?

Os pezinhos do Peixinho

Jumpin'

Praia da Falésia - 19 horas

Ontem por volta das sete da tarde lá foi a família Ribeiro para a praia da Falésia, logo ali ao lado de Vilamoura.

Eu, claro, aproveitei e dei uma escapadela. Fui dar uma corridinha ali pelas redondezas. É que apesar de estar maré vazia, senti que o chão estava muito duro. Optei por sair dali e fui até à avenida principal de Vilamoura onde andei por ali às voltas.

Quando cheguei já tinham apanhado um balde de conquilhas, que aqui nesta família, é o segundo desporto principal, a seguir ao futebol, à excepção da minha pessoa. Não é que não goste de cadelinhas, mas não me dá muito prazer andar por ali a dar ao pé.

No final da corridinha, sim porque foi pequenina e muito lenta, ainda tentei dar um mergulho, mas a água não estava à minha temperatura ideal. Mas na quarta-feira...ai, ai, até me babo só de pensar...Há anos que eu não experimentava coisa assim. A água do mar estava tão boa, que quase me imaginava nas Caraíbas. Sabem o que é entrar dentro de água e simplesmente não sentir quase a diferença entre a temperatura do mar e do ar? Pois é, muitos não o saberão, porque até eu há uns bons anos que não via coisa assim. Aqui fica o relato, para vossa inveja, eh, eh!
Bem, tenho de ir! Mas antes quero deixar aqui umas boas-vindas a duas meninas-bebés que nasceram esta semana: à Diana (9/07/2007) e à Leonor (11/07/2007). São umas gorduchinhas cor-de-rosa do melhor que há. Beijinhos e felicidades à Marta e à Susana, duas amigas minhas que viveram esta semana a alegria da maternidade ( a Marta sendo repetente).

Bem, pessoal, BOM FIM-DE-SEMANA!

segunda-feira, 9 de julho de 2007

O Pinhal

O treino de hoje foi dedicado à praia e ao pinhal. De manhã logo cedinho antes das 8 horas, fui em direcção aos pinheiros, lá para os lados da praia de Almargem (ao lado da praia de Vale do Lobo).
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Normalmente não gosto de me meter por trilhos no meio de pinhais, por isso só corro na vereda paralela à praia. Tenho receio de cães com apetite por carnes bem conservadas. Além disso, ainda carrego em mim, na coxa esquerda, uma cicatriz que me serve de alerta e "souvenir" de um encontro com alguns dos melhores amigos do Homem, em que, infortunadamente, estava no local errado a horas erradas. Foi um treino interessante há uns anos, perto da praia dos Tomates.
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Mas hoje foi diferente. Nada de marcas nem medalhas de bravura na pele.
Era manhã, mas não muito cedo, porque senti o calor a atacar. Foram apenas 30', mas serviram perfeitamente, para me tonificar a mente e até refrescar os pensamentos adormecidos. Ainda corri algumas pegadas pela areia solta, a um passo muito lento, parecia eu que estava em "slow motion".
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Logo a seguir, uma caminhada de 40' na areia. Mas a maré estava alta, e apesar de estar a vazar, a inclinação foi suficiente para sentir um dos meus pés e tornozelos "desarticulados", ao fim de umas horas.
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Vamos ver se amanhã consigo ir mais cedo e apanhar uns ares mais frescos. Os meus joelhos estão a responder mais ou menos bem. Quero realmente marcar presença em Santo André, nod ia 21. Vamos ver! No final desta semana tenho marcada uma radiografia aos joelhos, vamos ver se começo a tratar disto à séria...
Desejo-vos uma óptima semana!

terça-feira, 3 de julho de 2007

Melhor Blog (Junho 2007)

Decidi começar a eleger os meus blogs preferidos para cada mês. Começo com o mês de Junho.

Melhor Blog - Junho de 2007
A Minha Corrida de Nuno Cabeça

Já viram como o blog do Nuno Cabeça está um espectáculo? Já há muito tempo que não o visitava... Fiquei maravilhada, o Nuno tem-se esmerado, sim senhor!
Visitem-no! Fica aqui a sugestão.

domingo, 1 de julho de 2007

Training in progress

Vim aqui deixar um olá a todos. Um obrigado aos amigos que me têm deixado comentários. Agora com os dias mais longos tenho tido mais dificuldade em vir aqui postar. Que estranho, não é? São mais longos e por isso arranjam-se mais actividades em família, logo o tempo disponível também parece mais curto.
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Espero que estejam todos a treinar e a gozar alguns dias de sol e calor, de preferência, na praia e não fechados num escritório, a tempo inteiro.
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Hoje tivemos muito vento aqui em Quarteira, a manhã começou por ser agradável mas começou a levantar-se vento forte a partir do final da manhã. De qualquer maneira, a minha época de banhos está praticamente terminada aqui em Quarteira, um turbilhão de gente tem vindo a aterrar no Algarve, desde sexta-feira. Começou o Verão para os Turistas. Bem sei, bem sei... todos temos direito a um pedaço de praia e a algum descanso.
Mas aqui, em Quarteira, em Julho e Agosto, descanso? Isso é coisa que não se encontra por aqui nesta altura do ano. Os supermercados ficam atolados de gente, as ruas intransitáveis (porque os carros são para levar até ao areal, se possível), as pessoas nervosas, os putos gritam, as sogras contestam, os vizinhos queixam-se, as carteiras ficam vazias. E para quê? Será que alguns destes conterrâneos já ouviu falar das belas praias da Costa Vicentina, do Sudoeste Alentejano? Aí, sim, pode haver alguma paz e descanso para estes guerreiros...
Mas não, por alguma razão, Quarteira faz parte do imaginário desta parcela da população do centro e do norte do País como praia paradisíaca. E logo nós aqui, que se não puxássemos areia do fundo do mar, estaríamos quase sem praia...
Quem lê estas palavras, deve pensar que sou contra o turismo por terras de Carteia, mas não, sei que o turismo é parte essencial na nossa economia. Mas admito que me faz confusão o turismo em massa, principalmente em praias, onde as pessoas se levantam às seis da manhã para ir espetar a sua sombrinha na praia antes dos outros milhares, e que às nove da manhã já lá estão a sentir o odor corporal de meia dúzia dos vizinhos mais próximos, que lhes rodeiam a sombrinha estrategicamente colocada, mal o sol raiou. Eu até aceito tudo isto, mas tenho dificuldade em compreender, e muita dificuldade em chegar à linha de água, no meio de tanta toalha estendida, cadeira e sombrinha aberta.
Mas expliquem-me! O pobre do trabalhador chega cá ao final de um ano de trabalho, gasta o seu dinheirinho, a sua paciência nisto...E para quê? A sério, não compreendo. Isto não são férias de qualidade.
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Bem, desculpem-me lá esta dissertação sobre as férias em Quarteira (que por sinal é até uma bela terra de Outubro a Junho, tanto em clima, como em qualidade de vida, isto prometo-vos), durante a semana voltarei aqui para pôr a conversa em dia.
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(Já agora, quem for fã da Vanessa Fernandes, vai aparecer qualquer coisa sobre ela na revista Sábado, na próxima quinta-feira. Parece que é surpresa.)

Bem,por agora é tudo. Uma boa noite de domingo para todos.