terça-feira, 23 de setembro de 2008

As Novas Meninas - Asics Nimbus Gel 100



Okay, está bem, se calhar devia dedicar-me a coleccionar sapatilhas, em vez de correr. Por que já há quem me acuse de correr só para ter uma boa desculpa para comprar bonitas sapatilhas de corrida. Talvez, talvez...

Não, a sério. Continuo a gostar mais de correr do que de sapatilhas.

E no Sábado lá fui eu rumo a Portimão, ao único Asics centre do Algarve, onde podemos encontrar o Sr. Paulo, conhecedor destas coisas da corrida e sempre disposto a ajudar-nos a encontrar as melhores sapatilhas.
A sua loja chama-se Malibu (Desporusa) e situa-se na Av. S. João de Deus em Portimão, no centro da cidade. Quem precisar de ajuda para comprar umas boas sapatilhas de corrida é falar com o Sr. Paulo, através do 914 906 528. Se não houver a cor ou o tamanho, o Sr. Paulo arranja, quase de certeza.

Quando lá cheguei já tinha as minhas meninas à espera. Umas bonitas Asics Nimbus Gel que me piscaram logo o olho. Fiquei rendida. São das mais bonitas que já vi.
Na Segunda estreei-as, e senti-me confortável. São diferentes das Nike Pegasus. Já tinha os pés muito habituados às Nike e senti-me mais à larga.
Tenho sempre grande dificuldade em escolher o número certo, pois já me arrependi tantas vezes. Nos últimos anos já comprei cerca de 5 pares que tive de pôr de lado. Normalmente porque compro sempre os sapatos muito justos e depois magoam-me os dedos grandes dos pés.
Com estas tenho a certeza que nunca vou ter esse problema, pois não estão nada justas. Comprei o 26.
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Mudando de assunto: tenho apenas mais 3 semanas para ir aos 25 kms de Portel - Alqueva. Os treinos têm sido escassos, pelas mais variadas razões, mas principalmente por falta de motivação.

Penso que no Domingo à noite, finalmente consegui vencer este estado de desânimo, para o qual não encontro explicação. É uma coisa que me bate de vez em quando, e desta vez, já há quase 4 semanas que vinha a prolongar-se. Acabou. Ponto final. Voltei à Terra!

Tenho noção que tenho falta de kms nas pernas. Mas agora é voltar ao trabalho, e correr, correr.

E com estas novas sapatilhas, quem é que me vai conseguir apanhar?

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Os Últimos 50 Metros em Monsanto

Estive mesmo para não colocar este vídeo, mas pensei "que se dane"!

Ao menos fica aqui gravada uma recordação da corrida que me deixou os ossitos todos do corpo a doer (também foi só durante 2 dias, nada de mais...).

(Na verdade, tenho de admitir, só coloquei o vídeo para mostrar que já sei colocar vídeos no blog, foi só mesmo por isso. Estou mesmo a falar a sério!)

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Sempre a rodar!


Ontem foi dia de Spinning no ginásio!
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Não foi a primeira vez, já tinha experimentado. Mas foi como se tivesse sido a primeira.
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Transpirei litros e quase que não consegui acompanhar o ritmo das restantes colegas, mas parece que foi melhor do que ficar em casa a passar a ferro...
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Segundas e quartas vou tentar ser assídua. Pelo menos é uma oportunidade de praticar alguma coisa em grupo.
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Mas aquilo custa, custa mais do que correr uma hora. Sem sombra de dúvida!
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Daqui a cerca de uma hora, volto à corrida, o primeiro amor!
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Bons treinos!
PS.: É só impressão minha, ou anda aí uma toxina no ar que nos impede de levantar mais cedo da cama, nos últimos tempos?

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Trilhos de Monsanto 2008: Montanha Russa

Em cima: Tiago, Zé, Victor, Zen. Em baixo: Eu e o Tigre

Doem-me as ancas, as coxas, doem-me ambos os tornozelos, os pés e outras articulações, das quais desconheço o nome.
Monsanto é um espaço maravilhoso, verde, fresco, um verdadeiro pulmão no centro da capital. Mas é também um verdadeiro carrossel (nas palavras do amigo Zé Magro) ou uma verdadeira montanha russa (nas minhas palavras).
Saímos do local da partida e quando me deparo com a 1.ª grande subida penso "Isto é o pior que vamos encontrar".
Qual quê? Foi apenas a primeira de muitas subidas, a maior parte feita a andar a pé (mas não fui a única, há por aí muito bom rapaz que também teve de se pôr a passo).
As descidas metiam-me medo! Foi, na verdade, a parte que me custou mais, onde passei muito tempo a travar e a forçar as perninhas para não cair e ir de reboleta até lá abaixo...
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Mas no final a sentença: foi uma corrida de aventura, muito diferente da estrada. Ali houve medo, houve risco, houve diversidade de terreno, ritmos e pessoas, houve verde e ar puro.
Esta minha primeira corrida de montanha foi muito dura, sinto-a ainda no corpo.
Mas tal como a maior das coisas que são difíceis, foi também muito saborosa e deixou saudades.
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Nunca gostei de ir para uma prova sem conhecer o seu percurso, porque sei que é sempre uma desvantagem para qualquer atleta. Sei que se lá for no próximo ano, será mais agradável, porque agora já tenho uma ideia do percurso.
O treino de preparação será diferente, a mente também irá preparada para aquela dureza e saberei certamente gerir melhor o meu esforço.
Nunca pensei que fizesse o tempo que fiz (1h25'20''), mas como me disseram, os tempos em montanha são completamente diferentes. Na corrida de montanha, há mais com que nos preocuparmos. Além da distância, a dureza do terreno é, por si só, desafio que baste para nos testar.
No final, encontrei alguns amigos e companheiros de corrida: um abraço ao Zé, ao Tiago, ao Zen, ao Victor, ao Herculano e ao Tigre.
O primeiro atleta a concluir a prova foi Aires Sousa (V1) com 43'50''. A primeira senhora foi a Lucinda Moreiras (VF) com 51'30''.
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Sem dúvida, uma prova que recomendo, para quem gosta de um bom desafio, dentro dos 12 kms.