domingo, 20 de dezembro de 2009
Casamento para Todos

Esta de andarem a falar de um referendo que vai permitir dar aos portugueses voz sobre se concordam com o casamento homossexual é o máximo!
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Então vai depender de todos nós o casamento entre homossexuais? Esta agora!
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Mas quem sou eu para dizer se duas pessoas, que se gostam e respeitam, se devem ou não casar?
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Primeiro: Um casamento não é um atentado à vida de ninguém; Segundo: Vamos é falar de coisas mais importantes, pois este tema nem devia ser tema de discussão pública, já que devia estar aprovado há muito, muito tempo.
Primeiro: Um casamento não é um atentado à vida de ninguém; Segundo: Vamos é falar de coisas mais importantes, pois este tema nem devia ser tema de discussão pública, já que devia estar aprovado há muito, muito tempo.
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Quando quis partilhar a vida com o meu marido nunca me passou pela cabeça pedir permissão ao vizinho. Porque deve agora haver um referendo que ajuda a decidir sobre tão questões tão pessoais como o direito de alguém se poder casar?
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É que esta questão nem se devia colocar em pleno século XXI! Andarmos a gastar dinheiro dos contribuintes para discutir direitos tão básicos que nem deviam ser discutidos, é mesmo sinal que há qualquer coisa de mal no seio da sociedade.
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Mas será que sou só eu que acho que toda esta questão é de uma enorme hipocrisia? Então a Democracia é para isto que serve?
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
All in the Family

Mais uma vez, tenho oportunidade de me deleitar com aquela que é a minha série televisiva preferida de todos os tempos.
Para os grandes fãs desta série, aqui fica a informação de que está a passar todos os dias às 21h no canal RTP Memória. Obrigada ao Nelson que me deu a informação.
São talvez os 30 minutos do meu dia mais divertidos! Eu sei, sou mesmo parola... Mas sou feliz assim, o que é que hei-de fazer?
Esta noite estremeci...
Não, não foi nada agradável a sensação que hoje à 1h37 da madrugada senti.
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Moro num 6.º andar de um prédio com 42 apartamentos e ainda pensei que fosse o King kong lá fora a abanar o edifício, mas não...
Em primeiro lugar senti-me tão pequenina, tão vulnerável, que nem dá para descrever. Ao ser acordada por um estremecer, a única acção que tive foi dar a mão ao meu marido e pensar que se piorasse ia a correr buscar o meu filho no quarto ao lado. Felizmente, o sismo acalmou em menos de 20 segundos (julgo... mas pareceram minutos.).
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Há cerca de 5 anos, após a hora de almoço, estava eu na sala a adormecer o meu bebé ao colo quando senti a sala literalmente a baloiçar. Foi aterrador, principalmente porque estava sozinha e nunca tinha sentido um abalo sísmico até àquele momento.
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Este foi diferente. Mais intenso. Da última vez senti medo, desta senti que nada podia fazer se tudo se desmoronasse à minha volta. Foi um sentimento extremo de vulnerabilidade. Somos carne crua e a morte hoje foi uma potencial e dura realidade com que me deparei naqueles instantes. Dito assim, parece que foi dramático. De facto, naquele momento foi. Quando acordei de manhã, senti-me melhor.
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Não gostei de me sentir assim. Sei que provavelmente vou voltar a sentir-me assim, mas espero que ainda falte muito tempo.
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Entretanto gostava de poder ir morar para uma caravana, ali mesmo no parque de campismo... Mas sei que não é possível e assim terei de conviver com esta ideia de que aquilo que a Natureza decidir, está decidido e eu pouco ou nada posso fazer.
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Moro num 6.º andar de um prédio com 42 apartamentos e ainda pensei que fosse o King kong lá fora a abanar o edifício, mas não...
Em primeiro lugar senti-me tão pequenina, tão vulnerável, que nem dá para descrever. Ao ser acordada por um estremecer, a única acção que tive foi dar a mão ao meu marido e pensar que se piorasse ia a correr buscar o meu filho no quarto ao lado. Felizmente, o sismo acalmou em menos de 20 segundos (julgo... mas pareceram minutos.).
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Há cerca de 5 anos, após a hora de almoço, estava eu na sala a adormecer o meu bebé ao colo quando senti a sala literalmente a baloiçar. Foi aterrador, principalmente porque estava sozinha e nunca tinha sentido um abalo sísmico até àquele momento.
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Este foi diferente. Mais intenso. Da última vez senti medo, desta senti que nada podia fazer se tudo se desmoronasse à minha volta. Foi um sentimento extremo de vulnerabilidade. Somos carne crua e a morte hoje foi uma potencial e dura realidade com que me deparei naqueles instantes. Dito assim, parece que foi dramático. De facto, naquele momento foi. Quando acordei de manhã, senti-me melhor.
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Não gostei de me sentir assim. Sei que provavelmente vou voltar a sentir-me assim, mas espero que ainda falte muito tempo.
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Entretanto gostava de poder ir morar para uma caravana, ali mesmo no parque de campismo... Mas sei que não é possível e assim terei de conviver com esta ideia de que aquilo que a Natureza decidir, está decidido e eu pouco ou nada posso fazer.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Uma questão de cabelo
Nada melhor que começar o dia com o cabelo num estado normal: solto, brilhante... Até parece que o dia tem outro je ne sais quoi.
Quantas vezes os meus dias são influenciados por um mau acordar do cabelo? É que a melena tem realmente personalidade própria e quando embirra com uma pessoa, não há nada a fazer, nem mesmo com o melhor elástico ou gancho, consegue-se derrotar o bicho.
E o pior de tudo, (descobri agora aos 30) é que o cabelo deixa de nos obedecer muitas das vezes quando nos levantamos da cama de manhã.
Mas hoje, acordou bem disposto.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Decisão
Na vida temos de tomar decisões, algumas difíceis.
Hoje irei tomar uma decisão muito difícil. Após muita reflexão e ouvir muitas opiniões, seguirei em frente.
Desejem-me sorte!
Hoje irei tomar uma decisão muito difícil. Após muita reflexão e ouvir muitas opiniões, seguirei em frente.
Desejem-me sorte!
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