sexta-feira, 11 de março de 2011

A Primeira Corrida

O aquecimento
A representar as cores de Portugal
O peixinho com alguns dos atletas do CDQ
Benjamins A e B
Gimme five!
O meu peixinho André desde há uns meses despertou para o Desporto. Vibra com o futebol, ao ponto de  sofrer a sério, ficando alterado (nisso, não é diferente do pai), com tiques nervosos, ao assistir aos jogos. E não é só com o Benfica. Pode ser com o Porto, o Sporting, o Barcelona ou o Real Madrid (Aos 6 anos ainda não entende o "clubismo", essa coisa de amor incondicional por um clube.). Adora-os a todos, ao ponto de ouvir os relatos dos jogos na rádio, na cama, quando já é tarde para estar de pé.
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A corrida parece ser igualmente uma paixão, pois está sempre a pedir-me para ir "treinar". Já fomos dar algumas voltinhas pelo quarteirão, com algumas pausas para alongamentos, que ele julga indispensáveis. Mas ultimamente, devido ao frio e chuva, temos falhado.
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Na passada terça desafiei-o a ir experimentar uma corrida no Grande Prémio de Carnaval em Loulé. Nunca julguei que ele quisesse ir, pois ele adora futebol, mas não se mostra interessado em treinar no clube local. Para ele é suficiente jogar com os coleguinhas na escola. Contudo achei que esta seria uma oportunidade interessante para ele ser confrontado com a sensação de vitória/derrota, já que sendo muito competitivo, revela muita dificuldade em aceitar a derrota.
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No caminho, pensei que esta talvez fosse a primeira e a última prova dele, pois provavelmente não seria capaz de lidar com a ideia de não ganhar. Felizmente, as mães também se enganam.
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Portou-se muito bem! Conviveu, divertiu-se, competiu e desejou repetir a experiência. E mais, deixou-me primeiro, muito emocionada ao vê-lo alinhado na linha de partida e em segundo, extremamente orgulhosa por ter estado à altura da situação.
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Depois de uma prova de 600m que durou 1'46'', a pergunta final do petiz: " Mamã, quando é que é a próxima?"

segunda-feira, 7 de março de 2011

Mission Accomplished

Hoje está a ser doloroso fisicamente, mas ontem foi um dia delicioso - concluí os 20 kms de Cascais, chegando inteira, e na vertical.
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Estava um dia de chuva, mas cerca de 40 minutos depois do início da prova, a chuva cessou e o sol deu o ar da sua graça. Partimos às 10h, com uma volta de 5km por Cascais e passagem pela linha de meta, cumprindo os restantes 15km com ida até ao Guincho e regresso. Mais uma vez, fiquei deliciada...O percurso é bastante agradável e a única parte que assusta é uma descida depois da Sr.ª da Guia que, parecendo longa, nos faz temer o regresso. Mais tarde, constatei que a descida parece bastante mais longa do que a subida. O máximo, não é? Ou será apenas boa gestão de esforço?
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Logo no final dessa descida, na primeira metade, conheço o António Sul, que a partir daí, acompanha-me e, mais tarde, acompanho-o eu a ele, até ao final.
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Eu ia toda feitinha para ir caladinha, coisa rara...pois, no passado, constatei que indo focada nos meus objectivos, e concentrada na minha respiração e passada, alcançava melhores resultados. Mas, desta vez, de vez em quando, lá trocava algumas palavras com o meu parceiro, sendo ele o condutor principal das conversas.
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Senti-me sempre bem, mas até alcançar o ponto de retorno no Guincho, não sabia se tinha capacidades para aumentar o ritmo. O António neste aspecto foi um grande apoio, pois mesmo antes de chegar a esse patamar, já tínhamos começado a apertar mais um pouco e a ultrapassar. A partir daí, fomos sempre a ultrapassar. E que bela sensação!
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O vento naquela zona prega-nos sempre a partida. Achamos sempre que temos o vento contra quando vamos para lá, mas assim que voltamos, parece que ainda nos castiga mais. Logo, logo, esqueci o vento e concentrei-me na subidinha a seguir à Qta da Marinha. Nada de nada. Receios para quê? Não voei, porque me sinto pesada, mas fi-la sem dificuldades. Senti que estava em controlo, apesar dos níveis de confiança não estarem a 100%.
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Com o apoio do António, a partir do km 18, foi sempre a dar o meu melhor (com cautela). Curiosamente, a descida mais inclinada é sempre onde sinto que não rendo o suficiente, que poderia alargar mais a passada e soltar-me mais. Talvez se deva ao receio de lesão nos joelhos.
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O final estava ali, à curva. E antes de vislumbrar a meta, já sentia que esta missão estava cumprida, estando os objectivos praticamente todos alcançados.
  • Objectivo 1: estar na linha de partida com saúde e bem disposta;
  • objectivo 2: chegar à linha de retorno;
  • objectivo 3: alcançar todas as minhas "lebres" (outros atletas a quem me proponho alcançar e ultrapassar durante a prova);
  • objectivo 4: chegar com um sorriso em menos de 2 horas.
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Tudo cumprido. Numa 1h50', tal como em 2008. Três anos depois, 3 kilos a mais, mas a pujança de sempre. Parabéns a mim!:-)
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E muitíssimo obrigada, António.

À chegada
Eu e o meu peixinho
Número da sorte
Linha da frente. Ornelas, o vencedor incontestável (o rapaz
é incrível!!!) está de camisola amarela, no canto esquerdo, atrás do de camisola vermelha.
Todos vencedores.
Ó para mim. Onde está a Lénia?
Eu e o rapazinho que me pediu para chegar em 1.º (mas que se chegasse em 2.º ou 3.º, não fazia mal).
Eu e o António Sul


Já no relax.
Não podia faltar uma com o fotógrafo.
P.S. Em jeito de conclusão do último post (o efeito das endorfinas ainda não passou e com o entusiasmo da corrida, esqueci-me de vir dar notícias), na passada quarta-feira fui então fazer exames ao coração: um electrocardiograma, um ecocardiograma e uma prova de esforço.
No final, o cardiologista disse-me que de acordo com os exames, estava tudo bem, não se encontrava nada de errado e que eu tinha carta branca para continuar. Na opinião dele, depois de lhe explicar que a única coisa que se tinha alterado na minha rotina antes da corrida, era comer uma peça de fruta (antes sempre corri em jejum), ele achou que pudesse ser uma desordem a nível gástrico, relacionado com o estômago a empurrar o esófago que me pudesse levar a pensar que seria o coração. Não sei...fiquei confusa. No entanto, o Dr. pediu-me para testar as várias situações ( correr em jejum, fazer maior intervalo antes de correr, etc...). O que é certo é que das últimas vezes, depois desta conversa, corri em jejum e não senti nada. No dia da prova, tomei o P.A. duas horas antes e só tomei um pouco de Gatorade e dei duas trincadelas numa barra energética meia-hora antes da partida. Nada, não voltei sentir nada igual (talvez algo lá no fundo, fundinho). Vou continuar a testar. E pronto, aqui fica o meu testemunho, no caso de ser necessário.
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Até breve.

terça-feira, 1 de março de 2011

Já cá cantam mais quinze...

Local de partida - junto à ponte de madeira da Qta do Lago


A nossa Ria Formosa



Euzinha em suspensão

Campo de golfe de S. Lourenço

O Nelsinho sempre à frente - mas quem é que pára este rapaz?

O Lago dos patinhos - tinham ido dar uma volta...

Em pleno Ludo

No regresso
Domingo tivemos mais um treino longo de 15,5 kms, que terminámos em 1h35'. Hoje como tenho pouco tempo, deixo-vos as imagens em vez das palavras, que também dizem muito.
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Amanhã é dia de exames à máquina. Volto com pormenores.
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Boas corridas!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Sunday muddy run


No domingo o percurso pela falésia estava um pouco lamacento, sobretudo devido às ovelhas que por ali passam, e que com as suas patinhas trituram o piso molhado. Mas mais uma vez, foi um bom treino de cerca de 14 kms, com bom tempo e uma paisagem de praia de cortar a respiração.
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A praia estava linda, e não fosse a temperatura, parecia um dia de Verão perfeito. Havia pessoas a correr na praia, a caminhar, a pescar, crianças a brincar e o pessoal da escola de surf a entrar na água. The beach days are coming!
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Relativamente a Cascais (let's cut to the chase), o pagamento da inscrição já seguiu e a estadia no hotel está reservada. A minha moral, depois de escrever o último post, subiu. Comecei a sentir-me mais confiante e, depois de analisar as minhas duas prestações naquela prova, verifiquei que, apesar de estar mais leve (cerca de 5-6 kilos) na altura (há cerca de 3 anos), neste momento tenho mais kilómetros nas pernas.
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Mas, mais uma vez, nem tudo são rosas.
Quando acontece uma vez, deixamos passar, mas quando se repete por duas, três e quatro vezes, é altura de prestar atenção. Estou a falar de arritmias cardíacas, julgo eu. Passo a explicar:
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Na semana passada, a meio de um treino, senti algo esquisito no peito, que nunca tinha sentido. Foi momentâneo, não se repetiu e por isso nem dei importância ao sucedido. No domingo passado, voltou a acontecer, cerca de duas vezes. É uma sensação difícil de descrever. Não é como aquelas arritmias ocasionais que temos, quando de repente sentimos o coração mais acelerado, mesmo estando parados. Isto é diferente.
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Sinto o coração como se fosse algo muito grande a querer deslocar-se, parece até que cresce de repente e depois parece que quer subir e sair pela boca. Estranho e difícil de explicar. No domingo atribui isto ao facto de estar a correr num percurso de sobe e desce, com grandes inclinações e acelerações.
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Quando isto acontece, o meu instinto manda-me abrandar ou parar. E assusto-me, pois é uma sensação, como já referi, nova e estranha, obrigando-me a admitir a minha pequenez física.
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Esta semana, voltei a sentir, durante um treino mais acelerado, mas em que ia bastante controlada. Mas hoje, em que íamos num passo tão confortável, volta a acontecer. E aconteceu duas vezes. E o estranho é que eu estava a sentir-me a 200%. Ainda achei que seria por estar a falar muito ( hoje tivemos a companhia de uma amiga), mas mesmo depois de me concentrar, voltou a acontecer.
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Não compreendo o que se passa...e admito que estou bastante preocupada. Os joelhos estão a aguentar-se bem, o peso está a ser controlado, os treinos andam a ser feitos e agora de repente isto?!
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Na sexta-feira, vou consultar o meu médico de família, mas amanhã ainda volto a testar-me a um ritmo novamente confortável, para ver o que acontece.
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E a pergunta óbvia que vos deixo hoje é: já vos aconteceu isto?

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Tranquilo...

...é como descrevo o meu bonito treino de Sábado passado. Eu e o camarada Nelson estacionámos o carro no parque de estacionamento junto à praia da Quinta do Lago e percorremos 15km numa zona "protegida" que conheço muito bem, pois era lá que treinava antigamente, antes de me mudar de Faro para Quarteira há 10 anos atrás.
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Infelizmente, não é um percurso recomendável para uma mulher sozinha, por isso é com muita satisfação que lá vou, sempre que arranjo companhia. Trata-se de um percurso feito em 95% de terra batida, junto à Ria Formosa, aos relvados e lagos da Quinta do Lago, e na zona florestal do Ludo, junto às salinas. Desta vez, passámos junto ao Campus das Gambelas (Universidade do Algarve).
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Completámos o percurso em cerca de 1h39'. Anseio pelo próximo treino lá, em princípio voltaremos lá dentro de 2 semanas. Anyone?
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Mais uma vez, recomendo-vos este percurso, quando tiverem oportunidade de passar por cá. Cliquem aqui para verem o mapa satélite. As fotos ficam para a próxima, e que fotos! É uma zona fantástica para fotografia.
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Apesar de estar motivada, hoje sinto que, em relação a Cascais, talvez esteja a tentar dar um passo mais longo que a perna. No último treino longo, apercebi-me que sou capaz de completar os 20km, mas será que quero lá ir e desiludir-me comigo própria?
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A razão de ser desta incerteza é que tenho sempre tentado superar-me nesta prova e sinto que, de acordo com a média que tenho feito nos meus treinos, não vou conseguir fazer melhor do que 6'30'' por km. Sinceramente acho que não quero ir lá acabar em 2h ou mais.
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Sei que não estaria aqui com dúvidas, se tivesse conseguido reduzir o peso, mas ele continua cá e em cada treino ainda me sinto a arrastar. Tenho saudades do tempo em que corria com leveza, em que mal sentia os pés a apoiarem-se no chão...
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Nos próximos dias, terei tomado uma decisão. Inteligente, sensata. I hope.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Linda!

Cutie Pie

E por falar em amor...

... há dias em que me irrita aquele tipo de pessoas que pensa que por estar casado, tem direitos (de autor) sobre a cara-metade. Mas o que é isto, minha gente? E estrangula, asfixia o outro, sem se aperceber que, a pouco e pouco, destrói todos os motivos pelos quais se apaixonou por aquela pessoa,  ou seja pela sua singularidade.
E depois é triste, ver pessoas que aparentam ter as suas vidas desperdiçadas porque, a partir do momento em que casaram, deixaram de poder ser elas próprias.
Casar ou namorar significa, para mim, partilhar uma vida, mas não abdicar de mim própria. Um dos objectivos na minha vida é fazê-lo feliz. Mas ser feliz eu própria também, porque afinal parte da felicidade dele é também ver-me feliz.
E hoje ao ler este post do blogue Às nove no meu blog, verifiquei que há quem pense exactamente como eu:
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"Ainda me roubam o homem, credo, que medo. Vou mas é enfiá-lo numa bolha de Actimel e pronto, está protegido contra tudo e todAS e, pelo sim pelo não, ainda acrescento um sistema anti-roubo, com alarmes, e sirenes, e luzinhas do natal e cenas assim. Ninguém-mo-leva, não senhora.
Agora a sério: acreditam que há mesmo quem pense assim? Que quanto mais "prendermos" a pessoa de quem gostamos, mais ela fica "presa" a nós para o desejado "forever and ever"? Mas é que há mesmo. Há mesmo quem pense e sinta este direito de propriedade sobre os outros. Este "deixas que ele isto, ou ele aquilo?", "não tens medo que ele isto, ou ele aquilo?" Medo?
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Claro que quando amamos alguém queremos que o bater do coração descompassado, as borboletas na barriga, o olhar brilhante, o "nada mais importa", perdure, e dure por muitos e bons anos. Claro que quando amamos alguém queremos que aquela pessoa faça parte da nossa vida o tempo todo. Queremos que a felicidade seja eterna. Queremos que a partilha não tenha fim, que a cumplicidade não se esgote e que os silêncios continuem a ser uma zona de conforto. Queremos isso tudo. Queremos o amor para sempre. Claro que sim, e eu não sou excepção. Mas prender? Não deixar/querer que ele/ela faça isto ou aquilo? Mas quem sou eu? Quem somos nós para limitar/condicionar/amarrar/restringir/mandar/obrigar as pessoas de quem mais gostamos? Que erro tão crasso. Que falta de respeito e confiança. Em nós, e na outra pessoa.
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Por isto tudo e tanto mais, é que a letra desta música me faz todo o sentido: 'If you love somebody, set them free...". That's all."



Paul Newman e Joanne Woodward - 50 anos de um grande amor

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Let's talk bras, girls

A corrida é uma modalidade que, para além de uns bons sapatos de corrida, não nos obriga a grandes gastos ou preocupações com o material ou equipamento. No entanto, para nós mulheres, há um acessório essencial, que quem usa, já não dispensa. Falo, claro, de um bom soutien desportivo.
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Há tempos que tenho andado para escrever sobre este tema. E deu-se agora a oportunidade porque ultimamente tenho-me deparado com mulheres no ginásio, mais especificamente, na passadeira, literalmente à solta. E aquilo, dói-me, incomoda-me só de olhar. Como é possível sentirem-se confortáveis com as "meninas"  tão soltas? É que vão para a esquerda, para a direita, para sul, para norte...Aquilo não pode fazer bem!
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E assim, em jeito de missão humanitária, venho apresentar-vos aquele que considero um dos melhores soutiens desportivos de todos os tempos.
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Não posso deixar de sublinhar que as mulheres, com peito mais pequeno, não necessitarão de usar soutiens tão específicos ( ou extreme), mas julgo essencial todas nós termos um bom suporte quando praticamos modalidades de alto impacto, como a corrida.
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Ora, sem me adiantar mais, apresento-vos o meu companheiro de todas as corridas - o Triaction Extreme da Triumph.  Assim que experimentarem, não vão querer outro.
Existe também em preto e podem encontrá-lo em qualquer representante da marca.*




* Não, infelizmente, a Triumph não me patrocina...snif, snif...

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sexta à noite

Sushi-Yama em Almancil - recomendado.


Christian Bale: excelente desempenho. Grande capacidade de metamorfose!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

No Domingo foi assim












Este Domingo tive a companhia do amigo Nelson*  durante um percurso de 13 kms. Partimos de Vilamoura em direcção às Açoteias, demos algumas voltas na pista de corta-mato e regressámos junto à falésia. Foi uma corrida bastante diferente daquelas a que estou habituada. Não envolveu praticamente trânsito nenhum, corremos quase sempre em terra batida, e no regresso divertimo-nos imenso num sobe e desce junto à praia. Disfrutámos de um belo ar puro e de uma paisagem costeira muito bonita, já retocada com as cores fantásticas do pôr-do-sol. Concluindo, trata-se de um percurso a repetir.

*(Nota: Este rapazolas meteu-se na corrida há coisa de 1 mês e mal sabia ele onde se estava a meter... Hoje está completamente viciado, já não vive sem a sua dose diária...)

Hoje sinto-me gorda

E esta hein? Sentimento raro numa mulher...

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Modernices

Além de algumas linhas que começam a marcar o meu rosto, há outra forma de avaliar o meu envelhecimento. Ultimamente, as tecnologias andam a deixar-me envergonhada.
Há dias que ando a tentar descarregar fotos do meu novo telemóvel, mas está a revelar-se uma tarefa altamente impossível. A minha esperança recai unicamente nos meus filhos. Espero que daqui a poucos anos, já tenha um par de ajudantes para estas lides.

Em breve espero ter aqui as fotos dos meus últimos treinos, sendo o do último domingo especial, pois consegui correr praticamente todo o percurso sem trânsito e num trilho bastante bonito ( e arriscado).

Há cerca de 2 semanas, ainda não estava certa de que conseguiria marcar presença numa das minhas provas favoritas, os 20 Kms de Cascais. Hoje, apesar da data estar a aproximar-se a galope, começo a pensar que terei hipóteses.

Neste momento já só tenho 3 curtas semanas e 5 a 7 kilos que gostaria de deixar em casa, no dia da corrida. Não sei como vai ser, mas como estou numa onda optimista, amanhã tratarei da inscrição.

Para mais informações sobre os 20 Kms de Cascais, cliquem aqui.

Boas corridas!




10-02-2011

Yes, I did it! Já tenho as fotos! E foi tão fácil descarregá-las para o PC que até meteu impressão. O maridinho chegou, sentou, ligou o telelé ao PC e voilá! As fotos apareceram.
Tenho a certeza que há dias em que as máquinas conspiram contra mim...

Adorei

Sabe tão bem, quando do nada, um amigo se lembra de nós, e além do mais, ainda nos traz um presente delicioso como a última edição da revista Runner's World. Obrigada Rui!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Alive and kicking!

Durante os alongamentos , pós-primeira corrida do ano.

Sim, aindo ando por cá...

Desde já, quero desejar a todos um Bom Ano Novo, Happy New Year! Que 2011 nos permita viver mais um ano com muita saúde e alegria.

Deixo-vos algumas fotos do final de 2010 e início de 2011.

Este ano entrei com o pé direito. Em 6 dias já contabilizei (deixem-me verificar a agenda...)... 32 kms. Para mim, nada mau, já que estou a recomeçar. Espero em breve estar de volta a pelo menos 80%, um pouco mais leve e mais rápida.

O peso continua a ser um problema na minha evolução. A passada está curta e o peso do corpo castiga-me os joelhos. Ainda tenho aqui 7 kilos a mais, mas o objectivo seria perder 8-9 kilos até ao Triatlo. O meu marido diz que é impossível. Nada animador, mas o facto é que ele me conhece bem. No entanto, talvez, quem sabe, o possa surpreender...:-)

Objectivos: por enquanto ainda não foram traçados, apesar de ter o desejo de participar nos 20km de Cascais ( e já agora na corrida das Lezírias) e no Triatlo de Quarteira. Em princípio, penso que conseguirei, se conseguir com que a Sofia me deixe dormir mais que 3 horas seguidas de cada vez, se gerir melhor a minha dieta, e se controlar a preguiça quando tenho oportunidade de treinar.

Para Cascais, tenho precisamente 8 semanas, não é muito, mas podia ser menos. A ver vamos...Para já, não faço planos, pois ultimamente, desde que a Sofia nasceu, tenho tido dificuldade em cumpri-los.
.os felizes
O único plano/ objectivo a que me propus no início deste ano é o de começar a respeitar-me mais, a respeitar mais o meu corpo e aprender a gostar mais de mim, com muita paixão. Sei que se for cumprido, todos à minha volta sairão beneficiados, com uma Lénia mais alegre e disposta a fazer todos felizes.
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E como nunca é demais repetir, votos de um Bom Ano e boas corridas para todos!

Na última semana de Dezembro, junto ao calçadão de Quarteira, a minha cidade-adoptiva.

Eu e a Sofia em Novembro.

The love birds.