Sim, estou alive and kicking! eh, eh, eh
Pois é caros amigos, ainda não foi desta que desapareci do mapa.
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Tenho andado a tentar viver a vida, sem perder pitada dela e por isso o tempo que sobra é quase nulo. Entre filho, marido, família, lida doméstica, amigos, desporto, casa e trabalho, pouco tempo resta.
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Neste momento, já vejo o Triatlo de Oeiras no horizonte...já quase que lhe sinto o cheirinho.
Para dizer que já estou inscrita e ansiosa, pois será a 2.ª vez em 12 anos que vou lá estar. E do que me recordo da prova, gostei bastante.
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Os treinos têm sido feitos ao sabor do vento, conforme a disponibilidade.
Além disso a idade já pesa (:-) e comecei a ter dores na articulação da anca desde há uns tempos para cá (talvez seja da corrida, ou definitivamente da idade). E a vantagem de ter dores na anca é que pelo menos já não me tem doído o joelho. A dor foi transferida para outra zona. (Ultimamente ando a tentar ver o lado positivo de tudo, até das lesões :-))
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Agora a parte divertida: há 2 semanas fui experimentar surf (sim... leram bem).
Que coisa mais louca! Mais doida! Mais difícil! Mais frustrante!
O professor foi impecável, muito paciente, mas a verdade é que me senti mal, pois ele explicava e incentivava-me a levantar-me e o máximo que consegui foi deslizar com um joelho. Deve ter ficado a pensar que eu era uma azelha das maiores que já viu até hoje...A meio da aula, estive mesmo para lhe dizer: Eh pá, não vê que tenho o rabo pesado?!
Ainda me pediu que treinasse os stand-ups fora de água, mas a verdade é que sempre que o tentava fazer, a anca doía-me imenso. E como não queria dar desculpas logo na 1.ª aula, acho que insisti demais e piorei a lesão.
A impressão com que fiquei é que o surf, para começar, não é para qualquer um. Tem de ver ali uma pequena dose de talento, muita agilidade, força física, especialmente de braços e costas (fiquei toda partida nos dias seguintes pois andei sempre a carregar uma prancha pesadíssima para caloiros como eu), equilíbrio e força de vontade. Mas mesmo que não se tenha nenhuma destas virtudes, acaba-se sempre com um sentimento misto: frustração e uma sensação viciante, que nos faz perder a noção de tempo.
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Entretanto não tive mais disponibilidade para ir, pois as aulas são só ao fim-de-semana e neste último fomos acampar para a ilha de Tavira com amigos. Mas espero voltar a tentar outra vez este sábado.
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Hoje é dia de ir molhar os pés à piscina outra vez. Será mais uma sessão levezinha, que não chega ultrapassar os 1.000 m. (Quando é que começo a nadar de seguida 3.000 m à profissional como o meu amigo Pedro, aka El Magrino? :-)
Até breve! Boas corridas!