segunda-feira, 7 de março de 2016

SURVIVAL MODE


Hoje é dia de começar a pensar no assunto a sério para começar a treinar mais a sério para adquirir os mínimos aceitáveis que nos permitem participar num triatlo. Infelizmente estas não são as condições perfeitas para sequer pensar em participar no próximo triatlo de Quarteira a 3 de Abril, mas a vida é assim. 

O desporto é um prazer que tenho na vida, mas na lista das minhas prioridades, infelizmente ou felizmente não se encontra no topo. Nessa lista surgem em primeiro lugar os filhos, o marido, a restante família, o trabalho, os amigos, uma rotina de sono confortável e depois o desporto. Não sei se esta lista tem tudo arrumado na ordem correcta mas actualmente é assim que defino a minhas prioridades.

O triatlo continua no topo da minha lista de hobbies favoritos e o triatlo de Quarteira é sem dúvida o meu desafio desportivo favorito. Primeiro porque é em casa e depois porque me sinto em casa.

É para mim impensável ter uma prova destas no meu quintal e não aproveitar para participar nela. Só mesmo em condições muito adversas é que optaria por não participar no desafio.





Este ano estou na minha pior forma de sempre. Estou com 38 anos, (Ainda me vou rir deste post daqui a alguns anos...) peso mais do que alguma vez pesei, estando com 5-6 kg a mais e nunca treinei tão pouco como neste momento. Não nado desde Setembro, não pedalo desde Novembro e tenho corrido tão pouco que podia arriscar dizer que não corro com alguma frequência semanal desde Janeiro. Comecei a nadar e a pedalar na semana passada, mas muito limitada.
A natação apesar de ser a modalidade em que tenho menos dificuldades é aquela que me custa mais treinar. É um sacrifício enorme ir à piscina. Não sei se gosto mais de nadar ou de limpar vidros a tarde inteira... É aquele frio que me mata!!! Aquele primeiro mergulho até aquecer... Brrr...

Quem está dentro das lides do triatlo, poderia afirmar que eu nem deveria ponderar participar nestas condições, mas, nestas coisas, eu sou uma optimista. Além disso, temos de começar por algum lado. E se é para começar, vamos lá! Nada de adiar...só porque...estamos na nossa pior forma de sempre!!! (Medo!!!)

No dia 3 de Abril estarei lá dar o meu melhor e até lá vou preparar a minha entrada na época da melhor forma que puder. Haverá mais triatlos, mais oportunidades, mas será aqui que vou voltar. Está decidido!

Deixo-vos algumas fotos de há cerca de um ano, quando participei no Triatlo de Vila Real de St.º António e no I Triatlo Indoor de Loulé. No ano passado, infelizmente só participei em 3 provas. Nestas duas e no triatlo de Quarteira.
Nessa altura já me queixava que estava em má forma, continuava a lutar com a minha lesão no pé mas sentia-me melhor do que hoje.
Dentro de 4 semanas não vai ser uma prova para desfrutar do ambiente de festa que se vive nesse fim-de-semana. Não, tenho noção perfeita disso! Será um teste de sobrevivência. 

O objectivo é só um: terminar e poder voltar cá para relatar a experiência de alguém que se atreve a fazer aquilo com 1 mês de treino e a começar com uma base muito, mas muito frágil.

quinta-feira, 3 de março de 2016

OH HAPPY MORNING




Bom dia!!! A começar bem o dia! 
Além de ter voltado a treinar aos poucos, estou mais mentalizada quanto à necessidade de uma boa alimentação que influencia, sem dúvida, tanto o meu bem-estar físico como emocional.

Quanto à actividade física, estive parada durante algumas semanas, desde o Carnaval. Férias, constipações, gripes, miúdos, serviram de desculpa para me ausentar das corridas e afins, mas felizmente o tempo está a aquecer e o meu ânimo também.

Voltar a correr está mais complicado... Paramos, ganhamos peso e quando voltamos a correr parece que carregamos o mundo às costas, mesmo a um ritmo leve. É este o preço que se paga pela inconsistência. Mas a pouco e pouco, usando a cabeça, respeitando o corpo e suas limitações, chegamos ao destino.

E qual é o destino? Qual é?  Ah, pois é... Na próxima publicação, vamos conversar sobre isso. ;-)

domingo, 28 de fevereiro de 2016

DE VOLTA



Oh meu Deus, perdi a palavra-passe e pensava que nunca mais iria conseguir entrar no blog...
Mas aqui estou de volta. Mais velha, mais experiente, mais... bem... mais tudo! :-D
Em breve volto com estórias para voltar a preencher este espaço que tanto prazer me deu durante alguns anos.
Até já!

quarta-feira, 19 de março de 2014

RECAPITULAR

Muito tempo... saudades dos tempos em que este blog andava mais activo... Aqui fica um post com fotos das actividades dos últimos tempos:

Trilho dos Budas - caminhada 30km 


Masters da Fitness 24-7

Mini-estágio de triatlo (Fevereiro)

Tri-treino em Vilamoura


Passeio pelo campo 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

2.ª Travessia de Natal - Porto de Recreio Guadiana


No próximo dia 28 de Dezembro haverá um evento de natação para os mais corajosos e solidários em Vila Real de Santo António, organizado pelo grande atleta e nadador, Nelson Mestre, homem da terra.

Para mais informações e para inscrições poderão consultar este link AQUI.

Boas festas a todos!

3.ª São Silvestre de Quarteira 2013

Já de volta, a começar a dar uns passinhos de corrida 1x por semana...

Hoje venho divulgar um evento em Quarteira, que organizo já pela 3.ª vez e que se vai realizar no dia 27 de Dezembro.

Convido-vos  a participar:


INSCRIÇÕES ONLINE AQUI: http://bit.ly/InscricoesSaoSilvestre

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

LOOOONG BIKE RIDE

As últimas duas semanas foram complicadas para mim. 

Esta lesão que me impede de correr regularmente (foram apenas duas sessões de corrida em 2 meses com cerca de 30' de duração), começa já a provocar-me algum desgaste psicológico. Sempre corri, pelo menos desde os meus 11-12 anos. Já sofri de dores nos joelhos, que me obrigaram a parar durante 2 semanas seguidas, mas nunca mais que isso.

Quem adora praticar desporto e precisa disso no seu dia-a-dia como quem precisa de se alimentar, sofre muito. E quanto mais tempo passa, maior é a perturbação interior.

É que praticar desporto torna-se parte de um estilo de vida. É aquilo que nos completa, que nos faz sentir vivos, que nos anima, que nos dá uma desculpa para estar com os amigos com quem partilhamos a mesma loucura saudável. E quando isso acaba, é desconcertante.

É claro que não acabou totalmente, tenho ainda o ciclismo e outras actividades que me animam, mas como a corrida? Não, a corrida foi o meu primeiro amor.

Novidades do pé: na passada sexta-feira fui fazer uma ressonância magnética, mas ainda me falta fazer outro exame, cuja máquina só existe no hospital. Depois é ir mais uma vez ao ortopedista e tentar finalmente um diagnóstico. Neste momento, já só quero saber uma coisa: É para parar? Nunca mais vou poder correr sem dor? Acabou? Há solução? É preciso cirurgia? Qualquer coisa, é só isso que espero...

E por isso, há duas semanas morri um bocadinho, fiquei sem vontade de fazer nada e desisti um bocadinho de mim. Felizmente que este fim-de-semana melhorei e já vejo tudo com outros olhos.

O desafio de Dezembro (pedalar de Tróia a Sagres, na distância de 200km), já está novamente de pé. Tinha tirado essa ideia da cabeça há semanas, quando a vida se encarregou de me dificultar os treinos e perder a oportunidade de acumular mais km, mas com o apoio e incentivo da família, esta semana reconsiderei e voltei à estrada.

Praia do Carvoeiro

Ontem, fomos para os lados de Ferragudo e a caminho passámos por Carvoeiro, terra que ainda não tinha tido oportunidade de conhecer. Parámos na praia por alguns minutos, comemos algumas estrelas de figo e seguimos caminho.

Mi papi

Continua a ser uma das minhas actividades preferidas - andar de bicicleta com o meu pai (nunca partilhámos muitos momentos destes quando eu era pequena, apenas me lembro de andar sentada atrás na pasteleira dele - e talvez me lembre disso porque entalei um pé nos aros da roda e a dor imortalizou-se na memória). 

Não costumamos falar durante largos km, mas entendemo-nos bem. Ele já descobriu que ando mais devagar se vou atrás dele (psicológico) e por isso quando me vê mais cansada, coloca-se atrás de mim e diz-me que a minha velocidade média melhora. Nos dias bons em que é ele que está mais cansado e eu me sinto mais forte, por vezes ao terminarmos faz-me um elogio indirecto "Ena pá, estava complicado acompanhar-te agora no final", e claro, fico muito satisfeita, mesmo sabendo que nos separam trinta anos e algumas dores articulares. Só tenho pena que não possamos ir mais vezes juntos. 

A Fóia lá ao fundo.

Antes de chegar a Ferragudo, fui desfrutando da vista para a serra de Monchique. Recordei a épica viagem que fiz com os meus colegas a pedalar de Faro até lá acima à Fóia. Foi duro, mas uma experiência muito enriquecedora. Senti-me forte e com vontade de lá voltar. Em breve, em breve...

New shoes!!!

Finalmente tenho novos sapatos de ciclismo (neste caso, até são de Btt). Os que tinha desde há 1 ano, começaram a incomodar-me após os 15km, com dores nos dedos dos pés, em especial, sempre que subia. Acabava cada volta com dores nas unhas. Diagnóstico: tamanho pequeno demais. Agora uso orgulhosamente o n.º 42 da Shimano e estão perfeitos!
A seguir vem o investimento de sapatos de triatlo, que já foram encomendados, assim como os encaixes. No Inverno irei usar estes, e lá para Fevereiro-Março começo a usar os outros nalgumas voltas.



Foi uma volta longa, sobretudo porque fomos devagarinho. Não quis apertar demasiado com o corpo, especialmente porque estive com uma boa constipação que ainda me afecta a garganta e me deixa muito cansada. Ontem esqueci-me do medidor de FC, mas onde faria médias de 160bpm, julgo que ontem teriam subido para as 180bpm. Parecia um aspirador a respirar, naquelas subidas mais íngremes.

No final terminámos com 110km nas pernas. Eu sei, uma brutalidade, para quem não pegava na bicicleta há 15 dias exactos. Senti-me bem, não me senti cansada, mas fiquei com os joelhos muito doridos até esta tarde. Um erro: não apliquei gelo - tinha uma menina de 3 anos muito aflita à espera da mãe para ir brincar! Mas à noite tentei compensar com um gel anti-inflamatório.

E assim foi: uma excelente manhã num dia de perfeito Verão em pleno Outono.

Boas corridas para todos!


X MILHAS DO GUADIANA 2013

No passado domingo foi dia de passeio e ir assistir à corrida das X Milhas do Guadiana, uma favorita a nível nacional, com um percurso de cerca de 17km.

Esta é concerteza daquelas que não queremos perder, pois liga Portugal à Espanha ou vice-versa. A cada ano, o percurso muda de direcção, ou seja, este ano a partida foi dada em Portugal e a meta foi em Espanha. Aqui temos a oportunidade única de atravessar a belíssima ponte internacional sobre o rio Guadiana e poder observar as diferenças organizacionais entre duas culturas, que embora próximas, são bastante distintas.


Infelizmente este ano, devido à minha lesão no pé, não pude participar na corrida, mas pude participar de outra forma igualmente agradável, a apoiar os amigos e demais atletas.

No final da corrida fui presenteada com a camisola da corrida, por um colega do triatlo, o puto Igor Guerreiro, o que muito me deixou muito feliz.



No final da competição, ainda deu para cumprimentar um amigo, o Nica, meu treinador de atletismo aos 19 anos. Foram belos tempos passados na companhia deste treinador e colegas.


Foi uma boa manhã, pois vim de lá com boas sensações. Rever amigos num ambiente de festa, como é sempre o ambiente nas corridas populares, sentir a adrenalina de ver amigos e tantos outros a superarem-se. Enfim, ... serviu-me de recuperador para a alma. 

Em breve, espero estar a fazer-lhes companhia do lado "de dentro".

Boas corridas, pessoal!




segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A CHUVA E A CLAUDINHA


Começam agora os dias cinzentos, alguns com chuva que nos podem trocar as voltas no que diz respeito ao nosso plano de treinos.

Na sexta-feira falhei a oportunidade de ir pedalar porque à noite me fui deitar a pensar que ia estar um grande temporal e que nem valia a pena considerar a hipótese de levar a Claudinha a passear nessas condições.

Tinha até às 8h30 para pedalar. De manhã acordo já perto das 8h e nada. Tudo seco! 
Grande chatice, pensei... Mas já não me enganam outra vez! 

No sábado, parecia estar mais ameaçador, mas lá me fiz à estrada às sete, tendo apanhado chuva só lá perto das 9h30, quase a chegar a casa. E senti-me óptima! Quem corre à chuva sabe como é óptimo e retemperador apanhar chuva durante um treino, na bicicleta também é óptimo, mas a adrenalina é superior, pois existe o factor de risco aumentado.

Sempre evitei a chuva no ciclismo. Nunca saía de casa, caso a previsão desse dia apontasse alguns chuviscos. Mas no ano passado tudo mudou, quando treinava para o Tróia-Sagres (evento em meados de Dezembro em que percorremos continuamente os 200km que separam Tróia da vila de Sagres a pedalar).
Um dia, ao sair de casa para pedalar o céu ameaçava chuva e passados 15 minutos começou a chuviscar, de imediato dei meia volta para trás. Numa pequena curva ali em Vilamoura, senti a roda a derrapar e as minhas bpm a subir a pique. 

Ok, sobrevivi, não foi assim tão mau... No entanto, nesse regresso ainda escolhi um percurso que não tivesse descidas muito inclinadas, pois o meu maior medo eram as descidas e ter de travar, mas ao chegar a casa reflecti sobre isto, falei com alguns amigos e achei que era altura de lutar contra este medo.

E teve de ser mesmo assim, pois tivemos um Inverno muito chuvoso e se tivesse deixado de sair com a Claudinha sempre que visse umas nuvens negras no céu, teria sido muito difícil acumular os km que precisava para cumprir o meu objectivo de pedalar os 200km.

No sábado passado derrapei duas vezes, e nesse momento pensei que cairia. Nesse dia relembrei algumas lições aprendidas no passado:

- evitar travar numa curva;

- ter muito cuidado com as riscas das passadeiras e outras linhas pintadas na estrada, para derrapar são do melhor;

- travar sempre antecipadamente, ou seja, não travar em cima do acontecimento, pois os travões molhados não respondem da mesma forma;

- evitar ao máximo as poças de água, nunca se sabe o que escondem;

- apostar na visibilidade com luzes, mesmo que já esteja de dia.

É claro que se estiver a chover no momento em que estou a sair de casa, provavelmente não saio. Evito a chuva pelo desconforto, e por uma questão de saúde também, pois andar durante 2 horas toda molhada e com frio não é decididamente a melhor sensação do mundo. No entanto se a apanhar a meio, já não é uma situação que me preocupa, como acontecia antes. 

Ainda agora me recordo de no ano passado ter apanhado em Albufeira uma chuvada tão forte que nem conseguia ver bem a estrada à frente. E ainda tinha 25km pela frente até casa. 
Mas sobrevivi, mais uma vez!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Back on Track


Mais que percorrer longos km, neste momento a minha prioridade é organizar-me mentalmente e começar a adoptar uma alimentação mais equilibrada, com menos açúcar, em especial. 

Comecei esta semana a tomar mais cuidado com o que consumo. Agora é um passo de cada vez a caminho de uma vida mais saudável!

Ontem à noite estreei-me a cozinhar tofu com quinoa e legumes salteados. Apliquei-lhe caril e fiquei satisfeitíssima com o resultado. 

Nem sempre é fácil cozinhar especificamente para mim, quando se tem uma família com duas crianças pequenas, mas também reconheço que não é impossível. Envolve apenas mais planeamento e organização.

Para quem ainda não está  muito familiarizado com a quinoa, trata-se de um alimento, um cereal com mais do dobro de proteína do trigo e outros cereais (com cerca de 14%), rico em aminoácidos essenciais, vitaminas, minerais e ácidos gordos.

Boas corridas e boas garfadas!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

CORRIDA SOLIDÁRIA - Pequeno Relato


E assim foi, uma forma descontraída e, ao mesmo tempo, animada de terminar a semana, na passada sexta-feira, com toda a família à mistura.

Uns correram, outros caminharam, mas todos contribuíram de forma solidária para ajudar quem mais precisa. Houve sorrisos, conversas e o rever de caras amigas, tudo aquilo que adoramos nestes eventos.

Obrigada a todos os presentes e aos mentores desta iniciativa, o Luís Santos e o Marco Soares Pereira: foi um evento que me soube tão bem, abraçando uma causa e aberta a todas as idades!

No meu caso, não corri, mas fiz uma belíssima caminhada de cerca de 5-6km na excelente companhia da minha amiga Cristina. Vencemos as duas na categoria de Carrinhos de Bebé, já que fomos as únicas mamãs a empurrar as nossas meninas nos carrinhos e ainda a intercalar caminhada com corrida.

É claro que caminhar, não oferece as mesmas sensações de adrenalina de uma corrida, mas em boa companhia e a puxar bem pelo cabedal, é uma forma de exercício bastante saudável e compensadora.

Desta vez, deu para perceber que estou pesada, não só pelas fotos, mas pelo peso do derrière. Tomei consciência na sexta-feira de que tenho de tomar medidas sérias quanto à minha alimentação e treinos pouco regulares, caso contrário, o meu peso afectará seriamente o meu regresso às corridas, pondo em causa a minha participação numa maratona em 2014. 

So long, pão caseiro com queijo!!!! So, long Oreos!!! So long wafers de chocolate! So long M&M's!!!
Hello, Marathon!

Fotos da autoria de Luís Santos.


Alguns dos participantes deste evento!
(Fofo o pormenor da minha filha no canto inferior,
que teimava em não querer aparecer...Marota!)

Pais & Filhos
(O meu peixinho que já está quase um tubarão, no canto direito.
Há anos atrás,  este era o peixinho.)

Hello, everyone!

O nosso organizador, Luís Santos e eu.

Mais um grupo de bem dispostos!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Corrida Solidária

Vista sobre Quarteira
Marina de Vilamoura
Esta noite pelas 20h irei participar numa corrida solidária de apoio ao Daniel, um jovem de Quarteira que luta pela sua saúde. 

Uns amigos resolveram ajudar e organizar este evento que irá englobar 3 distâncias de 5km, 9,5km e 12km, entre Quarteira e Vilamoura.
 Estando limitada, irei participar na distância mais curta, na companhia dos meus filhos, provavelmente a caminhar.

Para mais informações, consultem a página de facebook do grupo "Corridas à 6.ª feira", peçam para aderir e pronto, é só aparecer hoje, às 20h na Praça do Mar em Quarteira.

Até já!

7 anos


Ah, pois é... 

Já passaram 7 anos desde que comecei a escrever neste espaço, que me tem oferecido boas experiências. 

Criei-o numa altura em que o mundo dos bloggers em Portugal ainda não tinha vivido o seu boom, sendo um espaço onde as pessoas começaram por partilhar as suas experiências, uns sobre corrida, outros sobre os seus hobbies, outros apenas sobre a vida em geral. Mas de uma forma relativamente solitária, com pouca comunicação entre bloggers, sem se saber se alguém iria ler o que se escrevia.

Nessa época, quis partilhar um pouco de tudo, com pessoas que partilhassem desta paixão pelo desporto, em particular a corrida, visto que aqui no Algarve praticamente ainda não existia o street running. 

Corria-se no ginásio como forma de aquecimento, ou corria-se de vez em quando quando se cometiam excessos, mas ver alguém correr com regularidade, era algo muito raro. Sempre que convidava algum(a) amigo(a) para correr, acabava sempre por receber uma expressão facial muito torcida, e um "obrigado, mas não gosto de correr".

Na altura tive a sorte de conhecer o blog da Ana, Maria Sem Frio Nem Casa (chiça, que após estes anos todos ainda não lhe perguntei por que raio escolheu ela aquele nome...). A Ana já andava nestas lides há algum tempo e provavelmente era a única mulher portuguesa com um blog onde partilhava um pouco da sua vida e das corridas. Mesmo à distância serviu-me de inspiração para me motivar a correr mais frequentemente. Felizmente, continuamos as duas bem activas e com muita vontade de continuar a blogar e a correr. Força, Ana!

Apesar de ter praticado atletismo como atleta federada no início da adolescência, houve ocasiões em que estive afastada da corrida por curtos períodos, mas de facto nunca me afastei totalmente. Foi sempre um acto solitário, raramente com companhia, algo que mudou há cerca de 3 anos, quando por uma razão inexplicável, comecei a convidar os amigos para correr e a coisa começou a compôr-se. Hoje, orgulho-me por ter iniciado pelo menos 10 pessoas na corrida.

E foi assim que me apercebi que a corrida tornou-se novamente numa moda, assim como foi o caso da ginástica aeróbica e step há 20-30 anos. Tornou-se um estilo de vida, para uma grande parte das pessoas. Felicidade!!!!

E assim, acredito que os blogs de corrida viveram o seu boom há cerca de 3-4 anos. A maior parte dos blogs que sigo pertencem maioritariamente a pessoas que se iniciaram há relativamente pouco tempo na corrida. 

E iniciaram-se muito bem! Os bloggers hoje em dia são muito activos, inovadores e têm contribuído bastante para as pessoas aprenderem, se encontrarem e correrem juntas, além de se motivarem umas às outras e servirem de inspiração para quem se quer iniciar,  e tudo isto numa escala bem maior do que se via há 7 anos atrás.

Por isso, venham pelo menos mais 7 anos de blogging, corridas e afins!

Boas corridas!




quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Taking it easy

These babies are patiently waiting for a run...

Encontrei este artigo no site "A Minha Corrida" e pensei que terei muito gosto em revê-lo dentro de algumas semanas quando regressar aos treinos de corrida.

Muitos devem identificar-se com este quadro em que quando paramos de correr por alguma razão, muitas vezes devido a lesão ou por indisponibilidade, por apenas alguns dias ou por algumas largas semanas, voltar torna-se novamente um desafio, por várias razões.

Quando fazemos uma pausa na corrida, muitos de nós deparamo-nos com alguns problemas:
- ganhamos peso (não se adequa a dieta à nova rotina);
- perdemos agilidade;
- perdemos alguma motivação, achando que nunca mais iremos conseguir voltar a atingir a forma física que tínhamos anteriormente;
- podemos até vir a sentir que a corrida se tornou numa maçada,  numa vida que se tornou agora mais cómoda sem planos de treino e com horários mais flexíveis.

Estes são alguns dos efeitos que esta paragem na corrida me tem provocado e dos quais eu não gosto nada, confesso. 

Espero ter muita paciência e força de vontade para voltar a sentir que irei voltar a correr uma meia-maratona ou, quem sabe, uma maratona no próximo ano.

Neste momento as dores que continuam a manifestar-se, sobretudo no osso calcâneo, na zona do calcanhar (mesmo sem haver qualquer actividade de corrida nas últimas semanas), indicam que é possível fazer uma vida normal (mas sem corrida), pois a dor é tolerável, mas há momentos em que me fazem sentir que estão cá para ficar.

O podologista disse-me que tudo teria de decorrer com calma e paciência, não seria apenas com alguns dias a tomar anti-inflamatório e a utilizar palmilhas de descarga (comecei o tratamento há dois dias), que a coisa ia lá num instante.

Paciência, e muita calma... Já começo a desesperar por não ver melhorias, mesmo tendo parado de correr há mais de 1 mês.

E no fundo, vem-me sempre esta questão à cabeça: "Porquê eu?" É estúpido pensar assim, mas nos naqueles momentos de irracionalidade, é só o que brota desta mente.

No entanto, ainda retiro prazer de quando fico ao corrente dos treinos dos meus colegas e amigos.  Consigo, ainda assim, viver a corrida, um pouco através deles e sonhar com o dia de regresso, que ainda teima em chegar.

Boas corridas, pessoal! 

P.S.:E não se preocupem, que esta telenovela está quase a chegar ao fim... Acredito que não é daquelas que enrolam muito. :-)

Sold

Apenas para informar que os dois pares de sapatos de corrida que tinha para venda já têm novas donas... Votos de felizes corridas com as novas companheiras de treinos!

Eu por aqui, já tenho a sorte de ter dois novos pares, à espera do regresso, que espero que seja em breve. Fingers crossed!
Asics Gel-Nimbus 15

Asics Gel -Tri Noosa 8

Estou quase de volta...



Ainda não estou de volta às corridas, mas já me estou a preparar para voltar em grande estilo... eh, eh, eh...
Por agora é só algum treino funcional, pesos e ciclismo misturado com alguma natação (pouca, pouquinha). Podia ser pior, não é? Mas mesmo assim já me sinto mais pesada, sinto até que perdi agilidade e alguma motivação para ir mais além.

Mas dentro de 2 semanas, há nova avaliação do meu caso pelo podologista e depois veremos se:

Should I stay or should I go...

Até breve e boas corridas para todos!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Sapatilhas de Trail - Asics Gel-Trail Attack

As Tri-Noosa já foram bem entregues, mas ainda tenho estes sapatos de Trail, que também me ficam pequenos, disponíveis para venda:

Modelo: Gel-Trail Attack

Tamanho: n.º 40

Estado: Foram usados em 2 ocasiões, não têm mais de 40km de utilização. Estão em excelente estado.

Valor: paguei por eles, em Setembro de 2012, o valor de € 89. Neste momento aceito propostas. 









Sapatos de Triatlo ou Ciclismo?

Estou num impasse...

Preciso de decidir o que comprar, visto que os meus sapatos de BTT para pedalar estão-me pequenos e preciso urgentemente de comprar uns novos.

Escolho uns sapatos de ciclismo bonzinhos e confortáveis para os treinos ou aposto logo nuns de triatlo?

E depois, quanto às marcas no modelo feminino? Sidi, Shimano ou Specialized?

Aceitam-se sugestões!



P.S. Esqueci-me de uma coisa: vem aí o Inverno, que requer provavelmente um sapato mais fechado. O ideal na minha modesta opinião seria possuir 2 pares - uns sapatos de triatlo fáceis de calçar e descalçar para as pouquíssimas provas de triatlo que faço e um bom par de sapatos de ciclismo para os treinos que é onde invisto mais tempo a pedalar.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O meu Calcanhar de Aquiles


Ontem foi dia de ir a um novo podologista ( o anterior que consultei encontra-se de férias prolongadas, e como tenho alguma urgência em resolver o meu problema, achei melhor encontrar uma alternativa).

Foi em Loulé e apenas posso dizer que fiquei bastante satisfeita com a primeira consulta. Houve uma longa conversa, avaliação e tratamento das unhas traumatizadas.

Fiquei a saber que tenho mesmo de usar um n.º acima em todos os sapatos que uso, pois as múltiplas pancadinhas que os meus dedos sofrem sempre que batem lá à frente nos sapatos, estão a deixá-las muito fragilizadas. "Estas unhas são ossos do ofício" disse-me o podologista. Significando que mais cedo ou mais tarde, terei ocasionalmente este problema, se continuar a correr. Entretanto dois novos pares de sapatos de corrida no tamanho certo já estão encomendados.

A fascite plantar, a inflamação generalizada dos tendões deve-se sobretudo ao esforço tremendo das bases de apoio (deficientes) dos meus pés.  E assim, o próximo passo é a construção de palmilhas personalizadas que possam compensar essas falhas.

Os meus pés nasceram assim, e continuarão assim, não há nada a fazer. O esforço e o impacto que a corrida provoca nos meus pés não contribuem para a sua saúde, mas com alguma orientação do médico e as palmilhas, acredito que dentro de algum tempo, possa retomar as minhas corridas.

"Eu quero que continue a correr por muitos e longos anos" afirmou o podologista, deixando-me logo amplamente feliz por ter ali alguém que vê esperança para o meu caso.

Por enquanto, tenho feito apenas algumas caminhadas curtas. Felizmente, não tem havido muita dor, à excepção das unhas que batem nos sapatos, mas como qualquer corredor sabe, caminhar não me enche as medidas.

Ando, ando e ando e parece que a paisagem não se altera... Caminho há 40 minutos e nem uma gota de suor... No entanto tenho de admitir que uma caminhada logo pela manhã, é bastante agradável, e juntando a isto um programa radiofónico divertido, como o da Rádio Comercial, ainda melhor. Ando sempre de sorriso na cara!

Estou ansiosa por voltar a poder correr mas também com receio de voltar à estaca zero e ter de desenterrar muita motivação adormecida lá no fundo para voltar a enfrentar longos km. Mas é assim mesmo - já passei por isto várias vezes, não será a primeira vez que terei de recomeçar. O único bloqueio será o mental, de resto o corpo adapta-se rapidamente... Eu sei que sim...

Tenho confiança que vou melhorar, só não sei quando poderei voltar a planear novos desafios na corrida, que me encham as medidas.

Felizmente, existem sempre alternativas! A "Claudinha" têm andado um pouco encostada e assim penso que é a altura certa para me dedicar mais a ela. Com a invasão do Algarve quase a acabar, as estradas tornam-se um pouco mais suportáveis já em Setembro, altura ideal para recomeçar a pedalar.

Vamos lá, serra do Caldeirão!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

For Sale: Gel Tri Noosa 8 do mábenitequehá

Este não é um post repetido, apesar de pelas fotos parecer. Isto hoje é mais marketing! Eh, eh, eh...

Ora, esta menina adquiriu estas belas sapatilhas Asics Gel-Tri Noosa 8 lindérrimas no dia 14 de Agosto, caminhou com elas para as testar, e verificou que o pézinho parece ter crescido nos últimos tempos. 

Comprei-as sem as experimentar. Já as tinha encomendado e quando cheguei à loja foi só pagar e sair de lá com o saco. Por que razão havia de experimentar, se sempre usei aquele tamanho e já tinha outras de outra cor?! 

Os dedos grandes dos pés quase que tocam à frente, mesmo estando parada. 
Em marcha, tocam efectivamente, e em corrida muito mais, supostamente (não as testei em corrida). 

Há já uns meses que os meus pés não têm andado confortáveis com qualquer um dos outros modelos que possuo, do mesmo tamanho, mas tenho ignorado esse desconforto, pois tenho pelo menos um par com mais de 2 anos e que nunca me tinha provocado qualquer incómodo até há pouco tempo. 

E a minha recente visita ao médico podologista, que me indicou que provavelmente um tamanho pequeno de sapato me esteja a provocar micro traumatismos nas unhas dos pés, pôs-me a pensar... Na altura, ainda respondi ao médico "Não, não pode ser, sempre usei aquele tamanho!"... Ah, pois é, os tempos mudam, e os pezinhos também, especialmente depois de duas gravidezes...

E assim sendo, tenho neste momento 4 pares de Asics, desconfortáveis! Ok,...e agora? Vou abrir uma loja, eh, eh, eh...

É que eu tenho a mania que sou a Cinderela, uma princesa de pezinho delicado... 

Sempre me recusei a admitir que o meu n.º de sapato normal já ultrapassava o n.º 38. Na loja, ao pedir um n.º de sapato ou bota para experimentar, pedia sempre o n.º 38 (sempre achei que até este tamanho, podia continuar a parecer ter um pé feminino), mas no final, acabava sempre por trazer para casa o n.º 39.

Ora, se sempre ouvi dizer que em matéria de calçado desportivo, devemos sempre comprar dois números acima, então tenho andado a enganar-me. 

E por isso aqui estou eu hoje! 


As Tri-Noosa - Não são as primeiras que adquiro dentro deste modelo. Sou uma fã antiga deste modelo, que já vai na sua 8.ª série.  São leves, frescas, e um sapato intermédio, entre aquele de competição, mais raso e o de maior amortecimento. Tenho-as usado bastante, em especial em provas, pois gosto da sua leveza, e ao mesmo tempo, sensação de amortecimento.



Infelizmente, acabei por cair no erro de comprar o mesmo n.º de sempre, o n.º 40, quando deveria ter comprado o n.º 40.5 ou até o n.º 41 (bem, o 41 ainda me recuso...eh, eh, eh...). 

E por isso, aqui tenho um belíssimo par de sapatos de corrida e, não só, para venda.  Foram usados para caminhar apenas durante algumas horas no parque. Ainda tenho a caixa, as etiquetas, preço, etc... 

O que preciso agora é de os vender, para poder comprar o n.º acima, asap.


Abaixo deixo-vos o texto que publiquei no Facebook para a sua venda.
Caso desejem mais informações, contactem-me via caixa de comentários aqui no blog.
Obrigada!



Asics Tri Noosa 8 de senhora- as mais recentes do modelo Tri Noosa, n.º 40 ou 25.5cm (ideal para as senhoras que calçam entre tamanho 37.5 e 38.5), colecção Outono/ Inverno 2013-14.Razão de venda: Ficam-me pequenas, preciso de meio número acima.

Data de Aquisição: 14 de Agosto 2013

Estado: praticamente novas, usadas apenas uma vez como teste.

Preço: adquiridas por €135, vendo-as por €115.

"Uma perfeita mistura entre leveza, amortecimento e estabilidade, fazem dos sapatos Asics Gel Noosa Tri 8 a solução ideal para as suas corridas. 

O novo modelo apresenta uma redução de peso de 25 g.

Parte superior (cabedal): em Mesh, tecido respirável que melhora a ventilação interna do calçado.
Entressola: com sistema GEL que através da sua base de silicone ajuda no amortecimento de impactos. Sola: em Borracha expandida resistente à abrasão.Tipo de pisada: neutra.

Peso aproximado: 270 g (o peso do calçado varia de acordo com a numeração)."